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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Recepção do AO-51 e CO-57

Ultimamente tenho tido pouco tempo livre mas decidi aproveitar uns minutos para receber uns satélites. Um pouco à pressa, peguei num tripé para a câmara fotográfica como forma de ter as mão livres para manusear o rádio e a antena. O local não é o melhor, uma vez que só consigo ter a vista desimpedida para sul, no entanto, consegui receber dois satélites que passavam no período de tempo que tinha livre.

2010-02-16 17:27 UTC

2010-02-16 18:07 UTC

Impressionante como os 80mW do CO-57 chegam cá abaixo, sendo possível escutar mesmo com a antena "de borracha".

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mais manchas menos antena(s)

Eis que começam a aparecer algumas manchas solares e esporádicas em VHF mas como estou noutro QTH (a cerca de 500 metros do anterior) e ainda não tive oportunidade de montar umas antenas para tirar o respectivo proveito, lá vem o desenrasque típico. Tenho umas antenitas no parapeito da janela, na traseira do apartamento.

Esta imagem ilustra bem as condições. Uma CTE (passo-em-frente na gíria) 1/4 de onda para 27/28MHz. Para VUHF tenho umas magnéticas, junto à janela.
No entanto vai dando para fazer alguns contactos... :)
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sábado, 20 de janeiro de 2007

Antena nova!

Na passada quinta-feira, eu o Paulo (CT1ETE) e o Pedro (CT2IWV) encontramo-nos no QTH do Pedro e fizemos três LPTPM II num formato mais sólido. O cobre utilizado foi de aproximadamente 4mm, esmaltado (para enrolamentos de transformador). Este foi gentilmente cedido pelo Costa (CT1EYN). Até agora os resultados parecem promissores.
Na altura só medimos o coeficiente de ondas estacionárias da primeira antena e este era de 1,5:1. Ainda temos de verificar o VSWR em função da frequência para eventualmente traçar um gráfico. Agora já há vontade de fazer uma versão de VHF e UHF num só sistema.
Convém dizer que se não fosse a "oficina" do Pedro (CT2IWV) teria sido bem mais difícil fazer as antenas. Entretanto já recebi alguns satélites com elevações baixas mas tenho de fazer testes mais exaustivos.

Em breve deve sair um post no T.C.P. com mais fotos e informação.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

A "Texas Potato Masher" para LEOs

@transponder clube de portugal

Aqueles que quiserem experimentar uma antena eficaz e de pequenas dimensões para 430 MHz têm aqui uma hipótese, a versão simplificada da Texas Potato Masher II (TPM II) mais conhecida por LPTPM II (Linear Polarized TPM II). Desenhada originalmente por K5OE, a TPM é uma antena de polarização circular, existindo também uma versão para 145MHz. A designação II surge de uma melhoria aos modelos originais, incidindo basicamente nas dimensões e espaçamentos dos elementos. A LPTPM II pode dizer-se que é meia TPM II pois só utiliza um dos loops, daí o nome Linear Polarized. Este facto não é problemático pois o objectivo desta antena é ser orientada manualmente podendo a polarização ser corrigida durante a passagem do satélite. As grandes vantagens desta antena são a sua fácil construção, dimensão, peso e eficácia. Eu construí esta antena à pressa só para verificar a performance e o resultado foi aceitável o suficiente para ainda não ter feito uma versão definitiva.

Os elementos podem ser construídos com fio eléctrico rígido de 2,5mm de diâmetro e o boom de material não condutor à escolha ou então condutor desde que devidamente isolado da antena.

As dimensões são as seguintes:

Elemento reflector: 33,65 cm
Loop (comprimento total): 69,5 cm
Espaçamento entre o reflector e o loop: 5 cm

Detalhes do loop:

Altura: 24 cm
Comprimento: 10,75 cm

O cabo liga na primeira metade do rectângulo. O condutor interno numa das extremidades e a malha na outra. Eu cortei o fio com o comprimento completo e depois fui dobrando, primeiro 12 cm, a seguir fiz um ângulo de 90 graus, medi 10,75 cm e fiz outra dobra de 90 graus, de seguida medi 24cm e mais uma dobra de 90 graus para nova medição de 10,75 cm, acabei com uma última dobra e nova medição de 12 cm. Nas pontas dobrei o fio eléctrico ligeiramente para soldar o cabo coaxial.

Na montagem utilizei cola plástica para fixar os elementos e como suporte/boom utilizei uma tampa das caixas de PC, aquelas que se retiram quando se insere uma drive óptica, por exemplo. O coeficiente de onda estacionária medido foi menor que 2:1.
Não liguem a todos estes conectores , pois na altura que a construí era fim-de-semana e por incrível que pareça não tinha cabo coaxial a não ser uma ponta já com uma bnc. Mesmo assim pude escutar os satélites assim que eles apareciam no horizonte. Podia e posso, eheh!

O XI-V ou melhor dizendo, o CO-58 transmite o beacon com apenas 80 mW e consigo escuta-lo bem mesmo numa passagem com baixa elevação. Fica a informação.